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Tiroteio próximo à Casa Branca deixa dois militares feridos e mobiliza forças federais em Washington

Um ataque a tiros a cerca de duas quadras da Casa Branca, na região da 17th Street com a I Street NW, deixou dois integrantes da Guarda Nacional gravemente feridos na tarde de ontem. O suspeito, identificado como Rahmanullah Lakanwal, de origem afegã, também foi baleado e detido após troca de tiros com agentes que patrulhavam o centro da capital.

Segundo autoridades locais, o atirador se aproximou dos militares e disparou contra eles de forma repentina. A área, que concentra edifícios governamentais, escritórios e grande fluxo de pedestres, foi rapidamente isolada. Helicópteros e equipes de emergência foram acionadas para o socorro das vítimas, que seguem hospitalizadas em estado crítico.

O episódio mobilizou forças federais, incluindo FBI e equipes da força-tarefa antiterror, que investigam a motivação do ataque. Até o momento, não há indicação de participação de grupos organizados ou de ligação internacional, e o caso é tratado como ação isolada.

A Casa Branca reagiu imediatamente. O presidente Donald Trump classificou o ataque como “ato de terror” e determinou a revisão dos processos de imigração de afegãos reassentados nos EUA, além do envio de 500 novos membros da Guarda Nacional para reforçar a segurança em Washington.

O ataque reacendeu debates sobre política migratória e segurança interna, com grupos de direitos humanos alertando para o risco de estigmatização de refugiados. Enquanto isso, a investigação prossegue para esclarecer o que levou ao ataque que interrompeu a rotina de uma das áreas mais sensíveis da capital americana.

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