PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Justiça reconhece assinatura falsa de Ana Hickmann em dívida de R$ 1 milhão

A Justiça de São Paulo reconheceu que a assinatura atribuída à apresentadora Ana Hickmann em um contrato bancário de R$ 1,05 milhão foi falsificada. A decisão, proferida na sexta-feira (31), retirou Ana da cobrança apresentada pelo Banco do Brasil.

A sentença foi baseada em uma perícia grafotécnica realizada no documento. O laudo identificou diferenças na estrutura e na formação dos traços quando comparados às assinaturas verdadeiras da apresentadora.

Segundo a análise técnica, as rubricas apresentavam movimentos lentos e elaborados, características associadas à tentativa de imitação da escrita de outra pessoa. Diante do resultado, a juíza Camila Sani Quinzani Malmegrin encerrou a execução da dívida contra Ana como pessoa física.

O contrato questionado tem valor de R$ 1.051.430,44 e foi firmado com o Banco do Brasil. A defesa da apresentadora sustenta que ela nunca assinou o documento e que Alexandre Correa, ex-marido de Ana, era responsável pela administração dos negócios do grupo naquele período.

Apesar do reconhecimento da falsificação, a dívida continuará sendo cobrada da Hickmann Serviços Ltda. A Justiça entendeu que o contrato permanece válido para a empresa porque também foi assinado por Alexandre Correa, que possuía poderes legais para representar a sociedade sozinho.

Com isso, o processo seguirá apenas contra a pessoa jurídica. A decisão livra Ana Hickmann da obrigação individual de pagar o valor, mas não extingue o débito atribuído à empresa.

Em nota, a defesa afirmou que a sentença confirma a versão apresentada pela comunicadora desde o início do processo. Os advogados destacaram ainda que o banco não contestou a conclusão da perícia sobre a falsidade da assinatura.

A equipe jurídica de Ana acusa Alexandre Correa de ser o responsável pelas supostas fraudes cometidas durante o período em que administrava as empresas. A alegação ainda é discutida em outros processos e não representa, por si só, uma condenação do empresário.

O Banco do Brasil e Alexandre Correa foram procurados para comentar a decisão, mas não havia manifestação divulgada até a publicação das informações.

Leia mais

PUBLICIDADE