O Brasil voltou a registrar novos casos de Mpox em 2026, segundo atualização divulgada pelo Ministério da Saúde. O país contabiliza 136 ocorrências neste ano, sendo 129 casos confirmados e sete considerados prováveis, distribuídos em diferentes estados.
De acordo com o levantamento mais recente, São Paulo concentra a maior parte das notificações, com 86 registros. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (19), Rondônia (10), Minas Gerais (7), Rio Grande do Sul (3), Paraná (2), Santa Catarina (1) e Distrito Federal (1). As autoridades sanitárias afirmam que o cenário segue sob monitoramento e que, até o momento, não há indicação de surto em larga escala.
O Ministério da Saúde informou que mantém vigilância ativa em parceria com as secretarias estaduais e municipais para identificar rapidamente novos casos e evitar a disseminação do vírus. A orientação é que unidades de saúde permaneçam atentas a pacientes com sintomas compatíveis com a doença.
No cenário internacional, a Organização Mundial da Saúde acompanha a circulação do vírus desde o surto global iniciado em 2022. Desde então, mais de 179 mil casos já foram registrados em cerca de 145 países, segundo dados da entidade.
A Mpox é uma doença viral transmitida principalmente por contato próximo com lesões de pele, secreções respiratórias ou objetos contaminados. Entre os sintomas mais frequentes estão febre, dor de cabeça, cansaço e o surgimento de erupções ou lesões na pele.
Especialistas reforçam que, diante de sintomas suspeitos, a recomendação é procurar atendimento médico e evitar contato próximo com outras pessoas até a avaliação clínica. O diagnóstico precoce e o monitoramento de contatos seguem como as principais estratégias para conter a transmissão da doença.