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Segundo petroleiro apreendido pelos EUA perto da Venezuela ia para a China, diz agência

O navio petroleiro apreendido pelos Estados Unidos no sábado (20) perto da costa da Venezuela tinha como destino a China, segundo a agência de notícias Reuters. A embarcação é a segunda a ser apreendida pelos EUA desde o início da campanha de pressão do governo Trump contra o regime Maduro, que inclui uma ampla mobilização militar no mar do Caribe, sobrevoos de jatos e bombardeios a embarcações. A primeira apreensão ocorreu no dia 10 de dezembro e adicionou um novo capítulo à escalada de tensões entre os dois países.

( O Em resposta, o regime Maduro chamou a fala de Trump de uma “ameaça grotesca” e “absolutamente irracional”. O navio apreendido no sábado chama VLCC Centuries e carregava cerca de 1,8 milhão de barris de petróleo cru venezuelano Merey com destino à China, segundo documentos internos da petroleira estatal PDVSA, vendedora do petróleo. A embarcação estava sob bandeira do Panamá e utilizava o nome falso “Crag”.

Segundo a Reuters, o Centuries integrava a “frota fantasma” venezuelana: um conjunto de petroleiros que, por meio de diferentes artifícios —como bandeiras estrangeiras ou nomes falsos—, tentam ocultar que estão transportando petróleo venezuelano para evitar sanções internacionais. Outros países sancionados também utilizam a tática, como a Rússia e o Irã. Segundo dados da organização Transparência Venezuela, 40% das embarcações que transportam petróleo bruto venezuelano operam em situação irregular.

O Centuries deixou as águas venezuelanas na quarta-feira após ser brevemente escoltado pela marinha venezuelana, segundo fontes da Reuters na PDVSA e imagens de satélite obtidas pelo TankerTrackers. Depois, ela foi apreendida em águas internacionais a oeste da ilha de Barbados.

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