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USP se mantém como a 2ª melhor da América Latina em ranking internacional; veja brasileiras no top 10

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A Universidade de São Paulo (USP) manteve a 2ª posição no ranking das melhores instituições de ensino superior da América Latina e Caribe, divulgado nesta quinta-feira (1º) pela consultoria britânica QS Quacquarelli Symonds. A liderança regional continuou com a Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC).  

O Brasil reafirmou seu protagonismo acadêmico no continente, sendo o país com o maior número de instituições representadas na lista. Além da USP, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) figuram no seleto grupo das dez melhores colocadas da região.  

As 10 melhores universidades da América Latina (QS)

1. Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC) – Chile  

2. Universidade de São Paulo (USP) – Brasil  

3. Universidad de Chile – Chile  

4. Tecnológico de Monterrey – México  

5. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Brasil  

6. Universidad de los Andes – Colômbia  

7. Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) – México  

8. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Brasil  

9. Universidade de Buenos Aires (UBA) – Argentina  

10. Universidad Nacional de Colombia – Colômbia  

Pontos fortes e desafios das instituições brasileiras

O relatório aponta que o Brasil reúne o corpo docente mais qualificado do continente, liderando em volume e especialização acadêmica:

 Qualificação docente: O país domina amplamente o indicador de professores com doutorado (PhD), ocupando 9 das 10 primeiras colocações de toda a América Latina no quesito.

 Destaques da USP: A universidade paulista obteve pontuações máximas ou expressivas em métricas de pesquisa, reputação acadêmica e empregabilidade, superando as demais concorrentes continentais em quatro dos oito indicadores avaliados.  

 Gargalos: A relação numérica entre docentes e estudantes continua sendo o principal freio para notas maiores das universidades públicas brasileiras, refletindo a alta demanda e turmas numerosas em comparação aos centros de pesquisa privados do exterior.

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