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Segundo suspeito de assassinato de capitão da PM é preso em Salvador

Introdução

Um segundo suspeito de envolvimento no assassinato do capitão da Polícia Militar Osniésio Pereira Salomão, de 37 anos, foi preso em Salvador na tarde desta segunda-feira, 19 de agosto. A prisão foi confirmada pela Polícia Civil e ocorreu após o indivíduo se apresentar no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. O capitão, lotado na 18ª Companhia Independente da Polícia Militar de Periperi, foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto.

Desenvolvimento

O suspeito preso foi identificado como Geovane de Oliveira da Silva, de 26 anos, e o mandado de prisão foi cumprido pela 3ª Delegacia de Homicídios. As investigações da Polícia Civil constataram a presença dele no local do crime, e ele também é suspeito de outros delitos. Um terceiro envolvido no homicídio permanece foragido e é procurado pelas autoridades policiais.

O crime ocorreu por volta das 20h, quando o capitão Salomão saía de uma festa privada. Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que o policial foi abordado por dois homens, tentou reagir ao assalto e foi atingido por vários disparos. Um dos suspeitos, identificado como Vitor Souza da Silva, de 23 anos, morreu no confronto, enquanto o outro conseguiu fugir inicialmente.

Com Vitor Souza da Silva, que era morador do bairro Nordeste de Amaralina, foi apreendido um carregador de pistola municiado. Ele cumpria regime aberto pelo crime de tráfico de drogas desde agosto de 2024, após ter ficado preso no Conjunto Penal de Lauro de Freitas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, ele já havia sido preso e era suspeito de integrar uma facção criminosa.

O capitão Osniésio Pereira Salomão foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento dos Barris, mas não resistiu aos ferimentos. Ele era oficial da turma de 2010 e atuou como subcomandante do Batalhão de Policiamento de Prevenção a Furtos e Roubos a Coletivos, conhecido como Batalhão Gêmeos. O policial era casado e deixou duas filhas.

Conclusão

A Polícia Militar lamentou publicamente a morte do capitão, destacando que ele construiu sua história na corporação pautada pelo compromisso com a missão policial e pelo respeito à tropa e à sociedade baiana. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer todos os detalhes do homicídio e capturar o terceiro suspeito que continua foragido. A prisão do segundo envolvido representa um avanço significativo nas investigações do crime que chocou a corporação.

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