A segunda-feira (2), em Brasília, marcou a abertura dos trabalhos no Congresso Nacional. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que divergências não podem virar ódio. E o presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu o poder parlamentar de destinar emendas.
Na rampa do Congresso, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil; da Câmara, Hugo Motta, do Republicanos; e o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, que representou o presidente Lula. Como de costume, o presidente da República mandou mensagem que foi lida pelo primeiro-secretário da Câmara. Lula fez um balanço do último ano, citou o crescimento do PIB, o dólar e o desemprego em queda, lembrou o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump e elogiou o Congresso.
“Nesses três últimos anos, a parceria com o Congresso Nacional tem sido fundamental para importantes avanços. Nos momentos cruciais, este Parlamento demonstrou estar atento aos reais interesses do Brasil e do povo brasileiro”, leu o deputado Carlos Veras, do PT-PE, primeiro-secretário da Câmara. Na mensagem, o presidente Lula destacou as prioridades do governo para 2026.
Entre elas, estão: o fim da escala seis por um de trabalho, a regulação do trabalho por aplicativos, a medida provisória Gás do Povo e o acordo Mercosul-União Europeia. E pautas contra a violência: a proposta de emenda à Constituição da segurança pública, o projeto antifacção e o Pacto Nacional Contra o Feminicídio. O presidente do Supremo, Luiz Edson Fachin, também participou da sessão e reforçou o compromisso de promover a independência e a harmonia entre os Poderes.