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Por que ‘Heated Rivalry’ é a série mais comentada do fim de ano (mesmo sem estreia no Brasil)?

Sabe aquele tipo de fenômeno que nasce no cantinho de uma prateleira de um estilo mais nichado e, de repente, vira um grande hit de fim de ano? Esse é o caso de “Heated Rivalry” (ou “Rivalidade ardente”). Enquanto a série não chega oficialmente por aqui, a quantidade de fãs só aumenta, principalmente com vídeos curtos do casal de protagonistas, jogadores de hóquei rivais. Criada por Jacob Tierney para o canal canadense Crave, “Heated Rivalry” está disponível no mercado dos Estados Unidos via HBO.

A plataforma já confirmou o lançamento no Brasil, em 2026. O livro que deu origem à série chega por aqui em versão traduzida no dia 5 de fevereiro, pelo Alt, selo de literatura jovem da Globo Livros. De um lado, Shane Hollander (Hudson Williams), o jogador revelação canadense tímido e disciplinado.

Do outro, Ilya Rozanov (Connor Storrie), o craque russo bad boy, pegador e com pinta de vilão. Em público, eles trocam farpas. Entre quatro paredes, dividem camas de hotel.

“Heated Rivalry” é baseado no segundo livro da série “Game Changer”, da canadense Rachel Reid. O primeiro saiu em 2018 e, ao todo, já foram publicados seis livros. O sucesso desta primeira temporada abre caminho para o desenvolvimento da história do casal e para spin-offs com tramas que estão nos outros livros da autora.

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