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Policial militar é assassinado a tiros durante briga em barraca da Praia do Futuro

Introdução

Um soldado da Polícia Militar do Ceará foi morto a tiros na noite de domingo (11), durante uma briga na área externa de uma barraca na Praia do Futuro, em Fortaleza. A vítima foi identificada como o soldado Paulo Henrique de Lima Silva, de 37 anos, que estava de folga no momento do crime. Além do policial, outro homem também foi baleado na ocorrência e precisou ser socorrido.

Desenvolvimento

O incidente ocorreu na fila de acesso ao Sunrise Beach Club, conforme informou o estabelecimento em nota oficial. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o policial, cuja identidade inicialmente não foi divulgada, se desentendeu com um suspeito. As gravações mostram que, antes de efetuar os disparos, o agressor deu um tapa no rosto do militar.

A Associação dos Profissionais da Segurança (APS) emitiu uma nota de pesar confirmando a identidade do militar como o soldado Paulo Henrique de Lima Silva, conhecido como “Sd P. Silva”. A entidade expressou solidariedade à família e aos colegas de farda, destacando a perda de um combatente. Até o momento, as autoridades não divulgaram o nome do suspeito de atirar contra o policial, nem informaram se ele foi preso.

O Sunrise Beach Club enfatizou que o episódio aconteceu integralmente na área externa, antes do acesso ao estabelecimento, onde ocorria uma festa. A administração afirmou que seus protocolos de segurança atuam para impedir a entrada de armas na área interna e lamentou profundamente o ocorrido, solidarizando-se com as famílias afetadas.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará informou que equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Forense foram acionadas para investigar o caso, tratado como homicídio doloso. A pasta ressaltou que mais detalhes serão repassados em momento oportuno, para não comprometer os trabalhos policiais em andamento.

Conclusão

Conforme registros da Polícia Militar, o soldado Paulo Henrique ingressou na corporação em 11 de junho. O crime chama atenção para episódios de violência contra agentes de segurança, mesmo quando estão fora de serviço. As investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias e motivações por trás do assassinato.

A morte do militar reforça a necessidade de apuração rigorosa e medidas que possam coibir esse tipo de violência. O caso permanece sob a responsabilidade do DHPP, que busca identificar e localizar o autor dos disparos, enquanto a comunidade policial e a família enlutada aguardam por justiça.

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