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Moraes dá 5 dias para defesa de Heleno apresentar documentos que comprovem Alzheimer

Ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu neste sábado (29) prazo de cinco dias para que a defesa do general da reserva Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), apresente documentos complementares comprovando Alzheimer. Heleno tem 78 anos e alegou, durante o exame de corpo de delito, que teve um diagnóstico e convive com a doença desde 2018. Ele foi preso nesta terça (25) no caso da trama golpista pelo Exército e pela Polícia Federal (PF).

Em seguida, foi encaminhado para detenção no Comando Militar do Planalto, em Brasília. Na sequência, a Procuradoria-geral da República (PGR) se manifestou, quando o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que “as circunstâncias postas” indicavam “a necessidade de reavaliação da situação do custodiado”. O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu neste sábado (29) prazo de cinco dias para que a defesa do general da reserva Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), apresente documentos complementares comprovando Alzheimer.

Heleno tem 78 anos e alegou, durante o exame de corpo de delito, que teve um diagnóstico e convive com a doença desde 2018 ( Ele foi preso nesta terça (25) no caso da trama golpista pelo Exército e pela Polícia Federal (PF). Em seguida, foi encaminhado para detenção no Comando Militar do Planalto, em Brasília. RELEMBRE: PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar para general Heleno, preso pela trama golpista “Refere ser portador de Demência de Alzheimer em evolução desde 2018, com perda de memória recente importante, prisão de ventre e hipertensão, em tratamento medicamentoso (polifarmácia)”, diz o registro do exame médico.

🔎 O exame de corpo de delito é um procedimento médico-legal feito para verificar e registrar as condições físicas da pessoa no momento da prisão. Ele serve tanto para proteger o preso quanto para proteger o Estado de alegações futuras não verificáveis. Na sequência, a Procuradoria-geral da República (PGR) se manifestou, quando o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que “as circunstâncias postas” indicavam “a necessidade de reavaliação da situação do custodiado”.

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