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Mesmo filme: técnicos vivem drama com lesões no São Paulo desde 2021

O técnico Hernán Crespo está em sua segunda passagem pelo São Paulo. De 2021 para cá, muita coisa mudou. Os jogadores, os objetivos, a condição financeira.

O que não mudou foi a situação crítica do departamento médico tricolor. Neste momento, 13 jogadores têm algum problema físico ou médico e não estão à disposição da comissão técnica. Os desfalques por lesões têm tirado o sono de Hernán Crespo, que, na última quinta-feira, depois da derrota por 3 a 1 para o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro, desabafou: em 2026, quer priorizar a saúde dos jogadores antes de pensar no que eles podem oferecer dentro de campo.

– No próximo mercado, a coisa principal é a saúde. Depois vamos ver se tem talento. Acho que neste momento temos que pensar nisso.

– Tentar recuperar e ver no mercado a possibilidade que temos economicamente de ter jogadores com saúde, de jogar 65, 66, 70 jogos que podemos ter no próximo ano. Este discurso, de lamentação por causa do alto número de lesões, não é novidade. Nos últimos cinco anos, todos os treinadores que passaram pelo São Paulo, em algum momento, reclamaram do alto número de problemas físicos no elenco.

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