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Lula afirma que Brasil pode se tornar potência na produção de medicamentos em visita ao Aché

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil vai se transformar em potência na produção de medicamentos durante visita, na sexta-feira (13), à nova unidade industrial do Aché Laboratórios Farmacêuticos, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. A declaração foi feita durante agenda voltada ao fortalecimento da indústria farmacêutica nacional e à ampliação da capacidade produtiva do país no setor da saúde.

A planta, instalada no polo industrial de Suape, foi projetada para ampliar a capacidade produtiva da empresa, com foco na fabricação de medicamentos injetáveis e colírios. Segundo dados apresentados durante a visita, a nova unidade poderá produzir até 40 milhões de medicamentos por ano. Com a expansão, o complexo industrial do Aché pode alcançar capacidade total estimada em 700 milhões de unidades anuais.

Em discurso, Lula destacou que o país já produz cerca de 60% dos medicamentos consumidos internamente e defendeu o avanço rumo à autossuficiência. O presidente afirmou que ampliar a produção nacional reduz a dependência de importações e fortalece a soberania do país na área da saúde.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou a agenda e ressaltou que o fortalecimento da indústria farmacêutica nacional é estratégico para garantir o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele destacou ainda a importância de parcerias tecnológicas com instituições públicas e privadas para ampliar a inovação e a capacidade produtiva no país.

A ampliação da fábrica contou com financiamento de bancos públicos federais, incluindo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Nordeste. Os recursos foram destinados à modernização da planta, aquisição de equipamentos e expansão da infraestrutura industrial.

A visita presidencial ocorre em meio a uma agenda mais ampla do governo voltada à retomada da política industrial na área da saúde, com foco na produção nacional de insumos, medicamentos e tecnologias estratégicas. A iniciativa busca reduzir vulnerabilidades externas e ampliar a capacidade de resposta do país diante de crises sanitárias.

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