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Ibovespa e dólar operam sob impacto do resultado eleitoral e do exterior

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O mercado financeiro brasileiro abriu esta segunda-feira (5) sob a influência direta do desfecho do primeiro turno das Eleições Gerais, que confirmou a disputa no segundo turno. Investidores ajustam suas carteiras após o fechamento da última sexta-feira (2), quando o Ibovespa saltou aos 192 mil pontos (alta de 2,63%) e o dólar comercial recuou ligeiramente para R$ 5,21.  

O comportamento dos ativos reflete a precificação da nova composição do Congresso Nacional, a expectativa em torno das propostas econômicas para o segundo turno e o cenário macroeconômico internacional.

Fatores que movimentam o pregão

 Cenário doméstico e fiscal: A reação dos agentes econômicos concentra-se na correlação de forças do Legislativo e no compromisso fiscal das candidaturas para o próximo mandato. A dinâmica de juros internos segue atenta às sinalizações do Banco Central e às projeções de inflação.  

 Indicadores dos Estados Unidos: Permanece no radar o relatório de emprego (payroll), que apontou criação de postos de trabalho abaixo do projetado, reforçando a expectativa de manutenção das taxas pelo Federal Reserve.  

 Commodities e petróleo: As cotações internacionais do barril de petróleo afetam diretamente as ações de estatais e grandes exportadoras na B3.

Próximos passos

Ao longo do dia, analistas e gestores monitoram o fluxo de capital estrangeiro e eventuais declarações das equipes econômicas das campanhas, enquanto os negócios em Wall Street servem de referência para a volatilidade da moeda norte-americana e das ações brasileiras.

Com informações apuradas nos boletins de mercado do g1 Economia e cotações da B3.  

Para entender as projeções de mercado sobre as oscilações cambiais e o impacto nos investimentos, confira a análise no cenários para o dólar e a eleição.

Esse vídeo apresenta as estimativas de analistas financeiros sobre o comportamento da moeda americana diante do desfecho eleitoral e do quadro fiscal.

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