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Governo cria programa para fortalecer economias da sociobiodiversidade em unidades de conservação

O governo federal instituiu, por meio de decreto, na segunda-feira (2), um programa voltado ao fortalecimento das economias da sociobiodiversidade em unidades de conservação federais, com foco no incentivo a atividades econômicas sustentáveis desenvolvidas por povos e comunidades tradicionais em áreas protegidas do país.

Batizado de Programa de Promoção das Economias da Sociobiodiversidade em Unidades de Conservação Federais (ECOSociobio), o projeto será executado no âmbito do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e busca integrar políticas de geração de renda, conservação ambiental e valorização dos conhecimentos tradicionais.

A iniciativa prevê apoio a cadeias produtivas baseadas no uso sustentável de recursos naturais, como extrativismo vegetal, agroecologia, artesanato e turismo de base comunitária. O programa também estabelece diretrizes para ampliar o acesso das comunidades a políticas públicas, melhorar a logística de produção e facilitar a inserção dos produtos da sociobiodiversidade em mercados regionais e nacionais.

Segundo o governo, o fortalecimento das economias locais contribui para a permanência das populações tradicionais em seus territórios e reforça a proteção ambiental. A proposta está alinhada à estratégia nacional de bioeconomia e às metas de enfrentamento às mudanças climáticas, além de integrar ações de conservação com desenvolvimento socioeconômico.

Com a criação do ECOSociobio, o governo busca consolidar as unidades de conservação federais como espaços que conciliam preservação da biodiversidade com geração de trabalho e renda, promovendo o uso sustentável dos recursos naturais e o protagonismo das comunidades que vivem nessas áreas.

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