Há quem passe pelo dia 24 como qualquer outra data do calendário, sem mesa farta, reencontros familiares e troca de presentes. As razões são diversas: religião, culturas distintas ou até experiências pessoais marcadas por conflitos e rejeição na família. Culturas orientais não têm tradição de Natal.
Já alguns povos indígenas celebram o Çuriçawara, ou o dia da felicidade. Para especialista, o Natal se transformou em uma celebração de comida, bebida, presentes e encontros familiares, com alegrias e também conflitos. Para grande parte dos brasileiros, o fim de dezembro é sinônimo de mesa farta, reencontros familiares e troca de presentes.
Mas há quem passe pelo dia 24 como qualquer outra data do calendário. As razões são diversas: religião, culturas distintas ou até experiências pessoais marcadas por conflitos e rejeição na família. No caso da médica Flávia Raquel Teodoro Rotiroti, da Congregação Cristã no Brasil, e da babá Elaine Cristina dos Santos Barboza, Testemunha de Jeová, o principal motivo para a falta de clima natalino é religioso.
“Algumas denominações evangélicas não comemoram o Natal. Não existe em nenhum lugar da Bíblia dizendo que o dia 25 de dezembro é o nascimento de Jesus. Historicamente também não seria essa data.