O Congresso Nacional retoma os trabalhos na próxima segunda-feira (2) em meio ao avanço das investigações do caso do Banco Master e à proximidade do calendário eleitoral, fatores que devem influenciar a agenda legislativa neste semestre. O caso Master, que envolve suspeitas de irregularidades com possíveis desdobramentos políticos e institucionais, deve continuar no centro das atenções de deputados e senadores. A expectativa é de que o assunto avance tanto no campo judicial quanto no legislativo.
Parlamentares da oposição devem explorar o tema como forma de pressão política. Com a aproximação das eleições, o Congresso entra em um período tradicionalmente marcado por maior cautela nas votações. O Congresso Nacional retoma os trabalhos na próxima segunda-feira (2) em meio ao avanço das investigações do caso do Banco Master e à proximidade do calendário eleitoral, fatores que devem influenciar a agenda legislativa neste semestre.
Nesta quarta (28), há uma reunião de líderes da Câmara, na casa do presidente Hugo Motta ( Republicanos-PB). O caso Master, que envolve suspeitas de irregularidades com possíveis desdobramentos políticos e institucionais, deve continuar no centro das atenções de deputados e senadores. 👉🏽 A expectativa é de que o assunto avance tanto no campo judicial quanto no legislativo.
Parlamentares da oposição devem explorar o tema como forma de pressão política. Mesmo durante o recesso, parlamentares se articularam e conseguiram assinaturas suficientes para a criação de três comissões parlamentares de inquérito (CPIs) para investigar o Banco Master: uma mista, com deputados e senadores; uma ligada ao Senado Federal; e uma ligada à Câmara dos Deputados. A criação e a instalação dos dois colegiados dependem dos presidentes do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).