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Acordo Mercosul-UE: Motta prevê aprovação rápida

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que vai tratar do acordo entre União Europeia e Mercosul na próxima reunião de líderes partidários, prevista para o dia 28 de janeiro. Segundo o blog do jornalista Valdo Cruz, o governo quer aprovar ainda neste semestre o acordo no Congresso brasileiro, para estar pronto para que ele entre em vigor assim que a União Europeia contornar seus obstáculos internos. A assinatura do acordo – considerado a maior zona de livre comércio do mundo – foi feita no último sábado (17), em Assunção, no Paraguai.

Contudo, para que o tratado entre em vigor, o texto ainda precisa ser ratificado pelos parlamentos dos países envolvidos. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que vai tratar do acordo entre União Europeia e Mercosul na próxima reunião de líderes partidários, prevista para o dia 28 de janeiro, e que acredita em uma “rápida aprovação” pelo Congresso. “Minha intenção é dar prioridade ao seu exame pela Câmara dos Deputados assim que o recebermos do Poder Executivo”, disse à GloboNews.

“Vou tratar desse assunto na próxima reunião de líderes e estou certo de que o espírito na Casa é amplamente favorável à rápida aprovação do acordo, pelos impactos positivos que terá para o Brasil e para todos os demais participantes”, complementou. Segundo o blog do jornalista Valdo Cruz, o governo quer aprovar ainda neste semestre o acordo no Congresso brasileiro, para estar pronto para que ele entre em vigor assim que a União Europeia contornar seus obstáculos internos. A assinatura do acordo – considerado a maior zona de livre comércio do mundo – foi feita no último sábado (17), em Assunção, no Paraguai.

Contudo, para que o tratado entre em vigor, o texto ainda precisa ser ratificado pelos parlamentos dos países envolvidos. Nesta quarta, o Parlamento Europeu enviou o acordo para análise do Tribunal de Justiça da UE, o que, na prática, atrasa a entrada em vigor do acordo comercial por vários meses. Mais cedo nesta quinta-feira, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que o presidente Lula dará celeridade ao encaminhamento da proposta ao Congresso.

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