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Diretora-geral do TSE reforça segurança das urnas e diz que democracias maduras não temem ser observadas

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A diretora-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez nesta sexta-feira (2) uma enfática defesa da segurança das urnas eletrônicas e da transparência de todo o processo de votação brasileiro. O pronunciamento ocorreu durante a recepção e o credenciamento de dezenas de delegações e entidades estrangeiras que acompanharão o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026.

Ao dar as boas-vindas aos observadores de organismos multilaterais e autoridades eleitorais de diversos continentes, a diretora sublinhou que a abertura e o escrutínio público internacional consolidam a confiança nas instituições: “Democracias maduras não temem ser observadas; pelo contrário, convidam o mundo a testemunhar a legitimidade de suas escolhas”.

Procedimentos de auditoria e missões de acompanhamento

A diretoria do tribunal apresentou aos observadores as etapas técnicas de verificação e checagem que ocorrem antes, durante e após o dia da votação:

 Missões internacionais: Entidades como a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e missões convidadas de países parceiros acompanham os testes de campo, a lacração dos sistemas e a rotina das seções eleitorais em várias capitais.

 Testes de integridade: No domingo de votação, urnas sorteadas de todas as unidades da federação passarão pelo tradicional Teste de Integridade sob transmissão pública e monitoramento de fiscais de partidos, com o registro simulado de votos em cédula de papel para confronto com o boletim da urna.

 Fiscalização permanente: O TSE ressaltou que as urnas operam sem qualquer conexão à internet, rede externa, Wi-Fi ou Bluetooth, com sistemas assinados digitalmente e auditados por dezenas de instituições fiscalizadoras, como Forças Armadas, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público e universidades.

Tranquilidade para o dia da votação

A Justiça Eleitoral reforçou o apelo aos eleitores para comparecerem aos locais de votação com serenidade, reiterando que a preparação logística de envio das urnas a todas as seções do país — inclusive áreas remotas e comunidades indígenas — foi concluída dentro do cronograma oficial, garantindo o direito ao voto com sigilo e rapidez.

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