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Quaest: Lula lidera, mas vantagem sobre Flávio cai para cinco pontos

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (5) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da disputa pela Presidência da República. Apesar da dianteira, o levantamento indica crescimento de Flávio Bolsonaro e redução da diferença entre os dois principais candidatos.

No cenário de primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 30%. Ronaldo Caiado e Renan Santos têm 4% cada, seguidos por Romeu Zema, com 2%.

Cabo Daciolo, Augusto Cury, Joaquim Barbosa e Samara Martins aparecem com 1% cada. Edmilson Costa, Clariana Barão, Hertz Dias e Leonardo Avalanche não alcançaram 1%. Os indecisos representam 10%, enquanto 8% afirmaram que votariam em branco, anulariam ou não compareceriam.

A diferença entre Lula e Flávio caiu de 12 para nove pontos percentuais na comparação com a pesquisa de julho. O presidente passou de 40% para 39%, enquanto o senador avançou de 28% para 30%. As oscilações individuais estão dentro da margem de erro, mas mostram uma redução da distância entre os candidatos.

O movimento também aparece na simulação de segundo turno. Lula tem 44% e Flávio chega a 39%. Em julho, os percentuais eram de 45% e 37%, respectivamente. A vantagem do petista, que era de oito pontos, caiu para cinco.

Flávio também ampliou a consolidação de seus votos. Entre os eleitores que declaram apoio ao senador, 68% afirmam que a escolha é definitiva. No levantamento anterior, esse índice era de 62%.

Lula permanece à frente nas demais simulações de segundo turno. Contra Ronaldo Caiado, o presidente aparece com 45%, diante de 37% do ex-governador de Goiás. Na disputa com Romeu Zema, Lula tem 46% e o candidato do Novo registra 34%.

Em um eventual confronto com Renan Santos, o presidente marca 45%, contra 35% do candidato do Missão. Os resultados mostram que Lula mantém a liderança em todos os cenários testados, embora alguns adversários tenham reduzido a diferença.

A pesquisa também identificou mudanças na avaliação sobre a atuação do governo diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos. A parcela dos entrevistados que considera ruim a reação de Lula ao tarifaço subiu de 36% para 43%.

O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06591/2026.

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