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Anuário de Segurança: confira os rankings dos estados e das cidades mais violentas do Brasil /

A 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apresenta a distribuição dos índices de Mortes Violentas Intencionais (MVI) em âmbito nacional. O estudo analisa a taxa de assassinatos por 100 mil habitantes em estados e municípios com população superior a 100 mil indivíduos.

Apesar da redução na taxa média nacional, a região Nordeste mantém a concentração das maiores proporções de violência letal, liderando as classificações de cidades e estados com as taxas mais elevadas.

Estados com as maiores e menores taxas de mortes violentas

No ranking dos estados com os índices de letalidade mais altos, o Amapá ocupa a primeira posição, seguido pela Bahia e por Pernambuco. Em contrapartida, Santa Catarina superou São Paulo e assumiu a liderança entre as unidades federativas mais seguras, registrando o menor índice do país.

Estados com os maiores índices de violência no Brasil:

*   Amapá
*   Bahia
*   Pernambuco

Estados com as menores taxas:

*   Santa Catarina
*   São Paulo

As cidades mais violentas do país

Entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, Maranguape, no Ceará, apresenta a maior taxa de violência letal no cenário nacional. A Bahia se destaca no estudo, concentrando metade dos municípios listados entre os 10 mais violentos do Brasil, com ênfase em Eunápolis e Porto Seguro.

As cidades que lideram o ranking de Mortes Violentas Intencionais são:


Maranguape (CE)
Eunápolis (BA)
Porto Seguro (BA)
Simões Filho (BA)
Cabo de Santo Agostinho (PE)
Jequié (BA)
Juazeiro (BA)

O estudo também analisa a letalidade policial, indicando que municípios baianos como Porto Seguro e Eunápolis estão simultaneamente entre as localidades com as maiores taxas de óbitos resultantes de intervenções policiais. O avanço das disputas territoriais entre facções criminosas nas regiões Nordeste e Norte é identificado pelos pesquisadores como o principal fator para a persistência dessas áreas no topo do ranking de criminalidade.

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