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Rendimento médio no Brasil atinge recorde de R$ 3.652 e desemprego repete menor nível desde 2012

O rendimento médio real dos trabalhadores no Brasil alcançou R$ 3.652, o maior valor da série histórica iniciada em 2012. No mesmo período, a taxa de desocupação ficou em 5,4%, repetindo o menor patamar registrado desde o início da série comparável. Os dados foram divulgados na quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

O levantamento considera o trimestre encerrado em janeiro de 2026 e indica estabilidade da taxa de desemprego em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve queda de 1,1 ponto percentual, quando o índice era de 6,5%.

Segundo a pesquisa, o número de pessoas desocupadas no país foi estimado em 5,9 milhões, o menor contingente desde o início da série histórica. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, o total de desempregados recuou 17,1%, o que representa cerca de 1,2 milhão de pessoas a menos em busca de trabalho.

A população ocupada chegou a 102,7 milhões de pessoas, mantendo-se estável na comparação trimestral e registrando crescimento de aproximadamente 1,7 milhão de trabalhadores em relação ao mesmo período do ano anterior.

Outro indicador que apresentou resultado recorde foi a massa de rendimento real habitual, que soma os ganhos de todos os trabalhadores. O valor atingiu R$ 370,3 bilhões, com aumento de 2,9% no trimestre e de 7,3% na comparação anual.

Os números refletem o desempenho recente do mercado de trabalho brasileiro, com avanço da renda média e manutenção da taxa de desocupação em um dos níveis mais baixos da série histórica.

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