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Wagner Moura reflete sobre os desafios e aprendizados da paternidade de três adolescentes

Introdução

O ator Wagner Moura, recentemente premiado com um Globo de Ouro por sua atuação em ‘O Agente Secreto’, abordou em entrevista ao ‘The Drew Barrymore Show’ um aspecto central de sua vida fora das telas: a paternidade. Casado há 25 anos com Sandra Delgado, Moura é pai de três filhos adolescentes: Bem, de 19 anos, Salvador, de 15, e José, de 13. O artista colocou a experiência de ser pai acima até mesmo de sua carreira artística, descrevendo-a como uma aventura repleta de aprendizados.

Desenvolvimento

Durante a conversa com a apresentadora Drew Barrymore, Wagner Moura foi franco ao admitir os percalços da jornada parental. Ele refletiu sobre a natureza humana do processo, que inclui erros, palavras ditas no momento inadequado e decisões que, em retrospecto, poderiam ter sido diferentes. O ator, que se tornou pai pela primeira vez aos 29 ou 30 anos, enfatizou a importância do autoperdão nesse contexto familiar.

A dinâmica da maturidade entre os gêneros também surgiu no diálogo, com Barrymore brincando que, em ‘anos masculinos’, a idade de Moura ao se tornar pai equivaleria a cerca de 12 anos. O ator concordou com a premissa de que as mulheres amadurecem mais cedo e ilustrou o ponto com uma observação cotidiana. Ele mencionou ver seus filhos interagindo com suas namoradas e perceber uma clara diferença de maturidade, descrevendo os garotos como ‘meio ogros’ e as jovens reagindo com certa incredulidade às suas atitudes.

O momento profissional de Wagner Moura vive um ápice paralelo a essas reflexões pessoais. No domingo, 11 de fevereiro, o filme ‘O Agente Secreto’, dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Moura, foi laureado com o Globo de Ouro de melhor filme em língua não-inglesa. O ator conquistou individualmente o troféu de melhor ator em filme de drama, consolidando um reconhecimento internacional significativo para sua carreira.

Conclusão

A entrevista revelou um Wagner Moura que equilibra o sucesso profissional recente com uma visão humilde e introspectiva sobre seu papel familiar. Suas declarações vão além do estereótipo da paternidade idealizada, mostrando-a como um caminho de constante evolução e aceitação das próprias imperfeições. A conversa estabeleceu um contraponto interessante entre a figura pública consagrada por prêmios e o homem privado, dedicado a navegar os complexos anos da adolescência de seus três filhos.

A narrativa de Moura ressoa por sua autenticidade, ao não romantizar a criação dos filhos, mas sim apresentá-la como um trabalho em progresso. Seu testemunho reforça que, independentemente de conquistas globais, as relações familiares e os desafios cotidianos da paternidade permanecem como uma das experiências mais definidoras e formativas da vida humana.

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