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Minha Casa, Minha Vida completa três anos e amplia acesso à moradia no Brasil

O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) completou três anos de retomada com resultados que reforçam seu papel como principal política habitacional do país. Relançado em 2023, o programa avançou em contratações, retomou obras paralisadas e ampliou o alcance social, beneficiando famílias de todas as regiões do Brasil.

Nesse período, o governo federal revisou a meta inicial de 2 milhões de moradias contratadas até 2026 e passou a trabalhar com a projeção de 3 milhões de unidades, diante do ritmo acelerado das contratações. Apenas entre 2023 e o fim de 2025, mais de 1,6 milhão de moradias foram financiadas com recursos do FGTS, alcançando mais de 4 mil municípios.

O volume de investimentos também cresceu. Em 2025, o programa contou com orçamento recorde, impulsionando tanto a construção de novas unidades quanto a retomada de empreendimentos que estavam parados há anos. Parte dessas obras já foi concluída e entregue às famílias beneficiadas.

A distribuição regional das contratações evidencia a capilaridade do programa. O Sudeste concentrou o maior número de unidades, seguido pelo Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte, atendendo desde grandes centros urbanos até cidades de pequeno porte e regiões com histórico de déficit habitacional.

Outra mudança relevante foi a ampliação das faixas de atendimento, com a inclusão de famílias de renda média, permitindo o acesso ao crédito imobiliário para quem recebe até R$12 mil mensais. Ao mesmo tempo, o programa manteve o foco nas famílias de baixa renda, com subsídios e condições facilitadas para reduzir a dependência do aluguel.

Além do impacto social, o Minha Casa, Minha Vida tem efeito direto na economia. A expansão das obras fortaleceu a construção civil, gerou empregos e movimentou cadeias produtivas locais. Os empreendimentos entregues incluem infraestrutura básica, como saneamento, energia elétrica e pavimentação, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.

Ao completar três anos, o programa segue como um dos principais instrumentos do governo para enfrentar o déficit habitacional, combinando inclusão social, desenvolvimento urbano e estímulo econômico em todo o território nacional.

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