Nos anos 1970, o juiz do Novo México Jack Love teve a ideia de criar o equipamento depois de ver algo parecido em uma história em quadrinhos do “Homem-Aranha”. O Fantástico deste domingo (23) mostrou como funciona a Central de Monitoramento responsável por acompanhar o uso das tornozeleiras eletrônicas no Brasil. A tornozeleira eletrônica, tecnologia usada para monitorar pessoas que cumprem prisão domiciliar, como o ex-presidente jair Bolsonaro, tem uma origem curiosa.
Nos anos 1970, o juiz do Novo México Jack Love teve a ideia de criar o equipamento depois de ver algo parecido em uma história em quadrinhos do “Homem-Aranha”. Na trama, o vilão Rei do Crime coloca um bracelete no herói para vigiar seus movimentos. Inspirado pela tirinha, o juiz encomendou a um engenheiro o desenvolvimento de um sistema que permitisse monitorar presos em condicional.
Alguns anos depois, o próprio Jack Love se tornou a primeira pessoa a testar o dispositivo. No Brasil, a tecnologia começou a ser utilizada em 2010. O Fantástico deste domingo (23) mostrou como funciona a Central de Monitoramento responsável por acompanhar o uso das tornozeleiras eletrônicas no Brasil — a mesma que foi alertada sobre a tentativa de violação do equipamento usado por Jair Bolsonaro, no último sábado (21).