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Primeira morte por infecção do vírus H5N5 é registrada em Washington e acende alerta global

Autoridades de saúde dos Estados Unidos confirmaram no domingo (23) a morte do primeiro paciente infectado pelo vírus H5N5 em Washington, marcando o primeiro registro desse subtipo de influenza em humanos. A identificação inédita desencadeou mobilização imediata de centros de vigilância epidemiológica no país e no exterior.

O paciente, um homem de 42 anos residente na área metropolitana de Washington, buscou atendimento após apresentar febre alta, dores intensas no corpo e dificuldade respiratória. Ele foi internado em uma unidade especializada, mas sofreu agravamento acelerado do quadro pulmonar, não resistindo após três dias de internação.

Amostras encaminhadas ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) identificaram o H5N5 como agente infeccioso, um subtipo até então jamais registrado em humanos. A confirmação levou laboratórios internacionais a acompanharem a análise genética e o comportamento do vírus.

As autoridades ainda investigam como ocorreu a contaminação. O CDC informou que, até o momento, não há evidências de que o paciente teve contato direto com aves doentes, o que amplia as hipóteses consideradas, incluindo exposição ambiental ou contato indireto com animais silvestres. Também não há indicação de transmissão comunitária.

Contatos próximos do paciente foram rastreados e seguem sob monitoramento, sem registro de sintomas. Especialistas afirmam que o caso isolado não indica, por ora, capacidade de disseminação entre humanos, mas ressalvam que o potencial de mutação dos influenzavirus exige vigilância constante.

Laboratórios de alta segurança nos EUA elevaram protocolos de contenção para estudo detalhado da cepa. A Organização Mundial da Saúde acompanha o caso e deve emitir orientações técnicas adicionais conforme avançam as investigações.

As autoridades estaduais pedem calma à população, reforçando que não há risco imediato identificado, embora recomendem atenção redobrada em áreas rurais e locais de contato com aves.

A investigação sobre a origem da infecção e as características do H5N5 segue em andamento, com novas atualizações previstas conforme surgirem evidências científicas.

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