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O que disse a imprensa internacional sobre a suspensão do tarifaço

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu suspender nesta quinta-feira (20) o tarifaço de 40% sobre diversos produtos brasileiros. A tarifa, anunciada em abril como retaliação diante do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi retirada de produtos como carne, café, cacau, manga, açaí, dentre outros. A agência Reuters noticiou a suspensão da tarifa lembrando que o aumento dos preços dos alimentos é um dos principais fatores por trás da queda da aprovação de Trump.

O jornal espanhol El País afirmou que Trump iniciou uma “revisão de sua política comercial após perceber, embora não tenha admitido publicamente, que o custo de vida está impactando sua agenda política”. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu suspender nesta quinta-feira (20) o tarifaço de 40% sobre diversos produtos brasileiros. A tarifa, anunciada em abril como retaliação diante do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje condenado por golpe de Estado, foi retirada de produtos como carne, café, cacau, manga, açaí, dentre outros.

A agência Reuters noticiou a suspensão da tarifa, que será retroativa a partir de 13 de novembro, lembrando que o aumento dos preços dos alimentos é um dos principais fatores por trás da queda nos índices de aprovação de Trump. Segundo a agência britânica, a aprovação do presidente americano caiu “para o nível mais baixo desde seu retorno ao poder, segundo uma pesquisa da Reuters/Ipsos”. A Reuters também lembrou que a ordem de Trump não mencionou as ações contra as autoridades brasileiras envolvidas no processo e condenação de Bolsonaro por golpe de Estado.

A mais emblemática delas foi sancionada contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Moraes. Ambos foram incluídos na Lei Global Magnitsky, utilizada para punir terroristas e violadores dos direitos humanos. Outros ministros tiveram seus vistos e de seus familiares para os EUA revogados.

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